Vivência feminina percebida: ultrapassando o aprendizado do conteúdo proposto pelo vídeo documentário como ela faz?
DOI:
https://doi.org/10.33361/RPQ.2026.v.14.n.39.1466Palavras-chave:
Vivência Acadêmica, Fenomenologia, Maurice Merleau-Ponty, Educação SuperiorResumo
Este texto apresenta um relato da experiência realizada com estudantes da primeira fase do Curso de Pedagogia do Instituto Federal Catarinense (IFC) –campus Rio do Sul. O objetivo é mostrar a autopercepção dos acadêmicos iniciantes da graduação, que ao assistirem ao vídeo documentário Como ela faz, por meio do método fenomenológico, descreveram suas sensações, sentimentos e emoções. Não objetivamos avaliar a apropriação de conceitos ou de conteúdos advindos do vídeo, mas propomos discorrer a narrativa dos discentes que, ao vivenciarem o sensível da arte cinematográfica, experienciaram uma nova maneira de ser e estar no mundo. O aporte teórico que seguimos é a filosofia de Maurice Merleau-Ponty. Este concebe a expressão como a maneira do ser humano se fazer presente no mundo corporalmente. Este relato possibilitou aos estudantes, a manifestação expositiva, na forma de textos, dos momentos vivenciados. Em suma, nossa proposta visa dar voz às suas percepções e, desta forma, contribuir para a formação humana e crítica desses estudantes supracitados.
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