O mar é meu irmão: a psicodinâmica do trabalho que emerge das histórias de vida de pescadores artesanais

Autores

DOI:

https://doi.org/10.33361/RPQ.2026.v.14.n.40.1271

Palavras-chave:

Pescadores artesanais, Histórias de vida, Psicodinâmica do Trabalho

Resumo

O objetivo deste estudo foi compreender a psicodinâmica do trabalho de pescadores artesanais a partir das suas histórias de vida. A pesquisa se pautou no referencial teórico-analítico da Psicodinâmica do Trabalho (PDT), contextualizando os processos objetivos, subjetivos e sociais do trabalho no mar. Foram realizadas treze entrevistas cujas análises ocorreram de acordo com os fundamentos da Análise dos Núcleos de Sentido (ANS), a fim de integrar conhecimentos a respeito da psicodinâmica do trabalho dos sujeitos ao longo das suas trajetórias biográficas. No campo, foram visitadas nove praias, situadas na capital e nos litorais leste e oeste do estado do Ceará. Os resultados obtidos foram agrupados em cinco temas empíricos de análise e discutidos com categorias teóricas da PDT, caracterizando o trabalhar de uma categoria profissional ameaçada, bem como os seus modos de vida, embutidos na singularidade da tradição costeira e com forte entrelaçamento cultural.

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Biografia do Autor

Ana Zenilce Moreira, Universidade Estadual do Ceará

Doutorado em Administração pela Universidade Estadual do Ceará (UECE, 2023). Mestrado em Administração pela Universidade Estadual do Ceará (UECE, 2012). Graduação em Administração de empresas pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR, 2005).

Ana Cristina Batista dos Santos, Universidade Estadual do Ceará (UECE)

Doutora em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN, 2013). Mestre em Administração pela Universidade Estadual do Ceará (2005). Docente e pesquisadora na Universidade Estadual do Ceará (UECE). 

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Publicado

2026-07-24

Como Citar

Moreira, A. Z., & Santos, A. C. B. dos. (2026). O mar é meu irmão: a psicodinâmica do trabalho que emerge das histórias de vida de pescadores artesanais. Revista Pesquisa Qualitativa, 14(40), 319–350. https://doi.org/10.33361/RPQ.2026.v.14.n.40.1271

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