Professores, mas… educadores ambientais?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.33361/RPQ.2026.v.14.n.42.1716

Palavras-chave:

Michel Foucault, Discursos, Subjetivação docente, Educação ambiental

Resumo

A presente pesquisa objetivou investigar possibilidades de uma experiência da educação ambiental a partir dos processos de subjetivação engendrados em pesquisas (auto)biográficas de professores/as de Biologia e de Geografia. A metodologia adotada contemplou leitura, descrição e problematização de narrativas (auto)biográficas e tomou a genealogia como abordagem metodológica, procurando evidenciar os aspectos reguladores do (auto)biográfico sobre a docência naquelas disciplinas escolares. Do material empírico investigado, há dispositivos (dispositivo de emocionalização, dispositivo pedagógico da iniciação à docência), discursos e posições de sujeito docente (perito didático, deficitário, espreitador, conciliador, indestrutível, inventivo, encantado) que aproximam e que distanciam professores e professoras de uma experiência da educação ambiental que pressuponha e faça desviar, insurgir, diferenciar, criar. Conclui-se que a EA é uma importante tecnologia política voltada a fabricar princípios de inteligibilidade ecológica e formas de relação com a natureza também em pesquisas (auto)biográficas.

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Publicado

2026-07-09

Como Citar

Maknamara, M. (2026). Professores, mas… educadores ambientais?. Revista Pesquisa Qualitativa, 14(42), 198–226. https://doi.org/10.33361/RPQ.2026.v.14.n.42.1716

Edição

Seção

Dossiê VII SIPEQ

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